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O que esperar de 2026 para o mercado de Bets: projeções e expectativas
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O que esperar de 2026 para o mercado de Bets: projeções e expectativas

7 DE JANEIRO DE 2026

O ano de 2026 começa com grandes expectativas para o mercado de apostas. A maior delas se trata da tão esperada estabilidade do setor, algo que passou longe em 2025. Em ano de eleição e em um país polarizado, é difícil saber o que virá do Parlamento e de alas do governo federal, agora, contrárias às apostas.

Seria ingenuidade achar que os ataques cessarão com a chegada de um novo ano, mas também é de bom tom lembrar um grande detalhe que anda meio esquecido nos debates no Congresso Nacional: parte da turma que tem criticado o mercado de apostas votou a favor da liberação e legalização das bets no Brasil. Essa mesma turma que, na hora de dividir o bolo arrecadatório, não priorizou o Ministério da Saúde e sim aqueles que acomodariam integrantes do dito centrão.

Oras, se num passado recente, a Lei 14.790/2023 passou até com certa folga, colocando situação e oposição no mesmo balaio, por que agora insistem em destacar somente as externalidades do setor? Elas sempre existiram, inclusive à época da aprovação das Leis.2026 pode e deve ser um ano de ajustes na regulamentação do setor, com mais fiscalizações e processos sancionadores, inclusive com mais ações dos órgãos de investigação como Polícia Federal e Ministérios Públicos, não é achismo é o que se desenha para os próximos meses.

Para fechar o assunto “Brasília”, a nova taxação para o setor - a CIDE-Bets - deve voltar a discussão logo no retorno do recesso parlamentar, em fevereiro. Aqui vai um achismo baseado em pequenas apurações nos corredores da política nacional: se eu pudesse apostar e se o tema fosse factível à aposta, colocaria alguns trocados na não aprovação da tal CIDE-Bets, juridicamente, economicamente e institucionalmente falando, tem tudo para ser derrubada. Do jeito que foi formulada e aprovada no Senado, tem vários vícios danosos aos operadores e aos apostadores que terão um quinhão retido logo no deposito.

2026 nos guarda ainda outras expectativas e desafios:

A reputação do iGaming no Brasil

Os primeiros trezentos e sessenta e cinco dias de mercado regulado trouxeram avanços significativos para a proteção do consumidor e do sistema financeiro. Mas em 2025 o mercado patinou na hora de vender seu peixe à sociedade, algo até esperado diante do pouco de atuação legalizada e com dezenas de outras prioridades.

Mas se comunicar com públicos majoritariamente contrários às bets (classes D e E, além de evangélicos) tem que estar na ordem do dia da direção das Bets. Mais que falar, é preciso agir com esses grupos, pensar em ações sociais, esportivas e educacionais, diante do montante de dinheiro que o mercado movimenta, investir nessas pautas é fichinha, né?

Soma-se ainda o investimento sério, verdadeiro e efetivo em JOGO RESPONSÁVEL. Muitas coisas em desconformidade com as regras de jogo responsável passaram em 2025, não se pode cometer os mesmos erros. O brasileiro precisa entender que apostas não são incremento de renda, apostas devem ser entretenimento. Em 2026, a Legitimuz vai reforçar essa mensagem por meio de ações sociais, ajudar e levar conhecimento a quem precisa é um dever de todos.

Lavagem de Dinheiro

Agora em janeiro, os times de PLD devem estar correndo com a elaboração de dois relatórios exigidos pela Portaria SPA/MF 1.143/2024: o de boas práticas de PLD e, talvez, o de não ocorrência. Que atua com PLD/FTP conhece bem esses documentos, mas não custa nada explicar melhor o que é cada um.

  • Boas práticas de PLD: deve ser entregue até o dia primeiro de fevereiro (como cai em um sábado, pode ser entregue no dia 3 de fevereiro, uma segunda, o primeiro dia útil do mês). Esse relatório deve conter tudo que foi feito pelo operador no que diz respeito à prevenção à lavagem de dinheiro em 2025. Deve constar a abordagem baseada em risco, o monitoramento das transações (depósitos e saque), o comportamento atípico dos clientes e as comunicações entregues ao Coaf (não precisa detalhar uma por uma, basta compilar números e dados das comunicações, caso elas existam).
  • Não ocorrência: deve ser entregue até o dia 31 de janeiro. Assim como o de boas práticas, também tem que chegar à Secretaria de Prêmios e Apostas do Ministério da Fazenda. Esse relatório tem uma peculiaridade, embora pareça mais fácil de ser produzido, ele é infinitamente mais difícil de ser justificado, é estranho imaginar que, com mais de 2000 comunicações recebida pelo Coaf em 2025, algum operador não tenha enxergado nada suspeito em sua plataforma. Os dados que tenho, embora possam estar desatualizados, dão conta que, até junho, julho do ano passado, quase a metade dos operadores não tinha reportado nada ao Coaf. O relatório de não ocorrência é sempre mais arriscado, um operador corre o risco de ver seu cliente reportado por outras Bets e ele, por ação ou omissão, ter que se explicar à SPA, olha a dor de cabeça!

Embora esses relatórios tenham um certo grau de complexidade, os operadores de apostas de quota fixa não estão sozinhos, podem contar com o produto de PLD da Legitimuz. É uma ferramenta automatizada, com uso de inteligência artificial, capaz de processar em pouco tempo uma análise detalhada de operações financeiras na plataforma de apostas, é um monitoramento contínuo, de fácil leitura e o mais importante: com um dashboard personalizado e alinhadinho com sua matriz de risco. Em poucos cliques, o analista de PLD compila os dados, faz a tão martelada análise de risco do cliente e gera um relatório em conformidade com o que o Coaf considera como boa comunicação de operação suspeita.

Vale lembrar que o monitoramento pode ser retroativo, quem não monitorou nada ou de forma manual, ainda dá tempo de analisar movimentações dos meses anteriores de forma estruturada, com base em dados e de acordo com as exigências da SPA.

Procure o nosso time e marque uma conversa o quanto antes, os prazos limites estão acabando!

No mais, feliz 2026!


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