
No primeiro semestre de 2025, 17,7 milhões de CPFs realizaram apostas em 182 sites de 78 empresas autorizadas, movimentando um Gross Gaming Revenue (GGR) de R$ 17,4 bilhões. Esse levantamento representa o primeiro retrato oficial do mercado regulado no Brasil.
Além disso, 255 pessoas foram diretamente afetadas por sanções ligadas a operações irregulares. Desde outubro de 2024, 15.463 páginas ilegais foram bloqueadas, em um esforço conjunto de fiscalização.
Também houve alinhamento com o Banco Central, que determinou que instituições financeiras (IFs) e instituições de pagamento (IPs) devem encerrar contas associadas a operadores ilegais e reportar casos suspeitos.
Embora o Brasil conte hoje com 78 empresas autorizadas e monitoradas, a SPA aplicou 35 sanções em apenas seis meses. Além disso, foram removidas 112 páginas de redes sociais e 146 publicações que promoviam casas ilegais, o que comprova que a profissionalização do mercado não elimina os riscos, apenas reforça a necessidade de controles mais sofisticados.
No mesmo período, foram instaurados 66 processos de fiscalização, envolvendo 93 marcas diferentes. Desses, 35 processos sancionadores foram concluídos, reforçando o esforço contínuo de acompanhamento e aplicação das regras do mercado regulado.
Para os operadores licenciados, o desafio agora é duplo: conquistar novos apostadores com experiência fluida e, ao mesmo tempo, barrar fraudes complexas como identidades falsas, lavagem de dinheiro e tentativas de abertura de conta por menores de idade.
A pressão regulatória tende a aumentar. A SPA já reforçou o alinhamento com o Banco Central e com instituições financeiras, determinando o bloqueio de contas suspeitas e a interrupção de transações com operadores ilegais.
Ao mesmo tempo, o governo destacou a cooperação com plataformas digitais para combater a publicidade ilegal de apostas e reforçou as diretrizes de Jogo Responsável, que incluem a exigência de veracidade das informações, a exibição de avisos obrigatórios e a vedação de comunicação direcionada a menores de idade.
Do outro lado, a contribuição do setor para a economia segue de modo expressivo. Apenas no primeiro semestre, foram arrecadados R$ 3,8 bilhões em tributos, além de R$ 2,2 bilhões em outorgas e R$ 50 milhões em taxas de fiscalização. É um mercado que já tem impacto relevante e, justamente por isso, não admite fragilidades.
O semestre trouxe um recado claro: o mercado formalizou, o combate ao ilegal apertou e a disputa agora está em aprovação, velocidade e responsabilidade. Se cada ponto de aprovação no KYC vira receita, o papel da Legitimuz é transformar compliance em vantagem competitiva.
Cada etapa deixa logs e métricas (tempo médio e p95), para você medir e melhorar ao longo do tempo.
Fórmula simples: Δ Aprovação x FTD x LTV.
Se você processa 100 mil cadastros por mês, com FTD médio de R$ 120 e LTV de R$ 600, um aumento de apenas 2 pontos percentuais na aprovação do KYC gera:
É por isso que falamos em compliance que realmente converte.
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